A pizza: uma napolitana legítima, com ancestrais gregos e egípcios

desenho de forno de pizza

A partir desta (22/02), as segundas-feiras na Rádio Metrópoles (104.1 FM em Brasília e região, no mundo inteiro pelo aplicativo) serão dedicadas a uma iguaria que deu a volta ao mundo e serve de símbolo à gastronomia italiana. Qual cidade, mesmo as mais modestas, não tem pelo menos uma pizzaria?

Os recheios mudam (e muito) dependendo dos países e das culturas. Na prática, não há limite à criatividade, a não ser o tamanho do disco fermentado de farinha de trigo e de água. E os primeiros a realizar tal mistura não foram os italianos, é claro. Há registros milenares de preparações equivalentes, que seja no Egito ou na Grécia.

A história da pizza anda tão em paralelo com a do pão que os franceses chamam sua massa de “pâte à pain”, massa de pão. E no entanto, a menina é uma legítima italiana, e mais exatamente napolitana, do nome da maior cidade do sul da bota, Nápoles. E não só pelo nome.

No certificado de nascença da pizza, é preciso mencionar seus ancestrais: focaccia, schiacciata, stiacciata, sempre no mesmo princípio da massa de trigo fermentada, com recheio acima do disco, ou então dentro, com o disco dobrado depois, em forma de sanduiche, chamado de calzone.   

Lembra o pão sírio? Sim, e foram os cristões das cruzadas no século XI, com suas idas e vindas entre os povos turcos e os portos mediterrâneos, que acabaram espalhando o que já era chamado de pizza… mas não era. Porque afinal é preciso determinar uma data, e a história ajuda.

Além da farinha de trigo, da água, do fermento, o que mais é base de todas as pizzas? Pomodoro, como dizem os italianos, a maça dourada. E de que se trata mesmo? É só conferir na crônica nos Cabeças da Notícia de 22 de fevereiro de 2021.